Fita + câmera do celular
O operador fotografa a fita no ponto de coleta. O app isola a área e calcula um índice 0 a 100.
Limpo e contaminado têm a mesma aparência. A “prova” de hoje ainda é a assinatura de quem limpou. Bio Band registra uma verificação ponto a ponto - fita, celular e trilha auditável.
Um número diz que falhou. Um perfil e um registro dizem o que corrigir e quem mediu.
O operador fotografa a fita no ponto de coleta. O app isola a área e calcula um índice 0 a 100.
Faixas com conduta operacional para o turno: não um laudo clínico disfarçado.
Operador, ponto, data e hora. A resposta ao auditor deixa de ser só a rubrica na prancheta.
ATP e swabs de proteína já existem. O buraco é custo de cobertura + ausência de trilha barata no dia a dia da higienização.
| Critério | Prancheta / assinatura | ATP + luminômetro | Bio Band |
|---|---|---|---|
| Prova objetiva no ponto | Não | Sim (RLU) | Sim (índice óptico na fita) |
| Hardware dedicado | Não | R$ 15 a 25 mil (ordem típica) | Celular |
| Custo por ponto | Quase zero / sem dado | Alto (swab + aparelho) | Fita de baixo custo + app no celular |
| Trilha digital | Fraca | Software de tendência | Registro no app (cloud em roadmap) |
| O que não é | - | Não substitui cultura microbio | Não afirma redução de IRAS em X% |
Entrada preferencial: quem entrega limpeza e não consegue provar qualidade na licitação.
Cliente e canal. Diferencia serviço premium da guerra de preço por hora-homem.
Mais pontos por verba, com histórico por turno: complemento, não substituto de protocolo clínico.
Verificação rápida entre limpeza e produção, com registro para auditoria interna.
Credibilidade em health-tech começa pelo que você se recusa a prometer.
Kit de fitas, acesso ao app, protocolo de pontos e revisão quinzenal com a equipe Halo. Ideal para uma empresa de higienização com 1 a 2 contratos âncora.
+ consumível de fita (meta de custo unitário baixo). Preço de piloto fechado na proposta comercial após definição do kit.
Equipe Halo, Caxias do Sul/RS.